sábado, 28 de agosto de 2010

(...)

retorno à exaustiva deambulação
dos inadaptados
o lixo crescendo nos aposentos
a memória morta
preencho as paredes nuas
páginas de sangue
alguns pássaros circulando
no túnel da voz
quando tudo arde na floresta
e as tuas mãos
me envolvem num manto de cinza

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