Quando te perdes no cruzamento da inocência, mais uma vítima certeira da poesia e cambaleias na dor do corpo violentado, quando os versos como aranhas aflorarem à garganta em teias de suor, um ar áspero arranhando os pulmões, nesse preciso momento saberás que tudo foi em vão: Esmagado por um peso estranho, embora as legendas continuem a passar no écrã, não sentes o chão.